Sacerdote da Diocese de Bragança Paulista Pároco da Paróquia Santo Afonso em Pinhalzinho Assessor da PASCOM da Diocese de Bragança Paulista
terça-feira, 21 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
A bíblia e o celular
Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa bíblia do jeito que tratamos o celular?
e se sempre carregássemos a bíblia no bolso ou na bolsa?
e se déssemos uma olhada nela varias vezes ao dia?
e se voltássemos para apanha-la quando a esquecemos em casa ou no trabalho?
e se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
e se a tratássemos como se nao pudéssemos viver sem ela?
e se a déssemos de presente às crianças?
e se a usássemos quando viajamos?
Mais uma coisa: ao contrario do celular, a bíblia nao fica sem sinal!
ela "pega" em qualquer lugar.
nao é preciso se preocupar com a falta de credito, pois Jesus já pagou a conta e os creditos sao ilimitados.
e o melhor de tudo: nao cai a ligação e a carga da bateria é pra toda a vida.
quem se liga na bíblia se liga em Deus!
e se sempre carregássemos a bíblia no bolso ou na bolsa?
e se déssemos uma olhada nela varias vezes ao dia?
e se voltássemos para apanha-la quando a esquecemos em casa ou no trabalho?
e se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
e se a tratássemos como se nao pudéssemos viver sem ela?
e se a déssemos de presente às crianças?
e se a usássemos quando viajamos?
Mais uma coisa: ao contrario do celular, a bíblia nao fica sem sinal!
ela "pega" em qualquer lugar.
nao é preciso se preocupar com a falta de credito, pois Jesus já pagou a conta e os creditos sao ilimitados.
e o melhor de tudo: nao cai a ligação e a carga da bateria é pra toda a vida.
quem se liga na bíblia se liga em Deus!
Conselho de amigo: tenha sempre à mão uma listinha de telefones úteis:
1) Se bater a angústia ou a tristeza, ligue para João 14;
2) Se alguém falar mal de você, disque o Salmo 27;
3) Se você estiver nervoso, ligue ao Salmo 51;
4) Se estiver muito preoculpado, chame Mateus, 6, 19-34;
5) Em caso de perigo, chame para o Salmo 91;
6) Quando lhe parecer que Deusse esqueceu de você, ligue ao Salmo 63;
7) Se a fé vai ficando fraca, chame logo Hebreus 11;
8 ) Caso bater solidão e o medo, ligue já para o Salmo 23,ou para Romanos 8,31-39
9) Se estiver irritado e azedo com os outros, acalme-se e ligue para 1ª Coríntios 13;
10) Para conhecer o segredo da felicidade, ligue para Colossenses 3, 12 - 17
11) Se precisar de paz e de descanso, disque Mateus 11, 25 - 30
12) Se você anda muito oculpado e cheio de compromissos, ligue para Mateus 5,1-12;
13) E para saber qual é a coisa mais importante na vida, consulte Mateus 25.
2) Se alguém falar mal de você, disque o Salmo 27;
3) Se você estiver nervoso, ligue ao Salmo 51;
4) Se estiver muito preoculpado, chame Mateus, 6, 19-34;
5) Em caso de perigo, chame para o Salmo 91;
6) Quando lhe parecer que Deusse esqueceu de você, ligue ao Salmo 63;
7) Se a fé vai ficando fraca, chame logo Hebreus 11;
8 ) Caso bater solidão e o medo, ligue já para o Salmo 23,ou para Romanos 8,31-39
9) Se estiver irritado e azedo com os outros, acalme-se e ligue para 1ª Coríntios 13;
10) Para conhecer o segredo da felicidade, ligue para Colossenses 3, 12 - 17
11) Se precisar de paz e de descanso, disque Mateus 11, 25 - 30
12) Se você anda muito oculpado e cheio de compromissos, ligue para Mateus 5,1-12;
13) E para saber qual é a coisa mais importante na vida, consulte Mateus 25.
Esta reflexão foi veinculada por jovens, em Roma,
durante o Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus, em outubro de 2008.
durante o Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus, em outubro de 2008.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Qual é sua religião? Eu sou Catolico Apostolico Romano!
O Censo de 2010 já está em pleno andamento e vai mostrar o rosto atual do Brasil, visto a partir de muitos ângulos. Um deles, será o perfil religioso. Pessoas já visitadas pelos recenseadores informaram-me que a pergunta sobre a religião não é feita a todos; consta que seria só a cerca de 11% dos entrevistados e isso significa que a configuração religiosa será obtida, não a partir de dados gerais, mas por amostragem, como se faz, em geral, nas estatísticas.
Preocupa, porém, aquilo que vem depois da pergunta – “qual é sua religião?” No nosso caso, não basta responder – “sou católico”, ou – “minha religião é a católica”; o entrevistado é colocado diante de uma lista de nada menos que 27 opções de “católicos” ou de “religião católica”, supostamente diferentes. De fato, porém, boa parte das 27 alternativas – pelo menos 12 – não são de “outras” Igrejas ou religiões, mas de grupos, associações ou ritos de nossa própria Igreja/religião Católica Apostólica Romana. Para muitas pessoas, isso pode gerar confusão e perplexidade e os dados da realidade poderão aparecer distorcidos. Fica a pergunta sobre os reais motivos da formulação dessa questão no Censo.
Antes de tudo, temos que constatar o fato: não somos os únicos que se apresentam como católicos, nem mesmo como católicos apostólicos romanos. Há vários grupos, não unidos com o Papa e a comunhão da nossa Igreja Católica, que usam esta mesma denominação. Isso mereceria um esclarecimento para nosso bom povo. Cada pessoa tem a liberdade de consciência e de religião; e tem o direito de saber quem é quem, em matéria de religião, e a qual grupo está aderindo. Verdade e religião não podem andar separadas. O uso equívoco da identidade religiosa lesa a liberdade religiosa dos outros.
Diante da questão posta sobre a religião pelo Censo 2010 caberá, depois, questionar a objetividade e a fidedignidade dos dados levantados. Enquanto isso, diante da pergunta sobre “qual é sua religião?”, nossos fiéis católicos precisam ser oportunamente orientados a responder: “sou católico apostólico romano”, ou “minha religião é a Católica Apostólica Romana. Dizer quem somos nós não ofende a ninguém.
O Censo já está acontecendo. Qual é mesmo sua religião? Sua Igreja? – Somos “católicos”, e isso significa que nossa religião se propõe para todos os povos e culturas, sem restrições, para levar-lhes a Boa Nova do Reino de Deus, a luz, o sal e o fermento do Evangelho de Cristo. Somos “apostólicos” porque professamos a fé em Deus recebida de Jesus Cristo, através dos apóstolos, e conservada fielmente pelos legítimos sucessores dos apóstolos até nossos dias. Somos “romanos” porque nossa Igreja é congregada e presidida na verdade e na caridade pelo Papa, Sucessor do apóstolo Pedro, a quem Jesus encarregou de “apascentar as ovelhas e cordeiros de seu rebanho” (cf Jo 21,13-17) e de “confirmar os irmãos na fé” (cf Lc 22,32). S.Pedro derramou seu sangue por Cristo e pelo Evangelho em Roma; lá se encontra seu sucessor, ainda hoje; por isso, nossa Igreja é chamada Católica Apostólica “Romana”
Cardeal Odilo P. Scherer é Arcebispo de São Paulo-SP.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Passos para a Lectio Divina
Neste mês dedicado à Palavra de Deus nao deixe de fazer a Lectio Divina
1º passo: leitura - o texto em si.
Faça a leitura atenta, calma e perseverante do texto. É diferente de devorar palavras. Vá ao texto com um olhar de quem o lê pela primeira vez (mesmo que já o tenha lido mil vezes). Entre em relação com o texto e, por meio dele, com o autor. Você pode repetir a leitura quantas vezes quiser para memorizar o texto. Preste atenção nos personagens (o que fazem, o que sentem...), sublinhe palavras ou frases que mais chamaram sua atenção. Mesmo que o texto seja um pouco difícil, é bom ficar só com ele, sem procurar outros subsídios que ajudem a explicá-lo. Isso poderá ser feito após o momento da Leitura orante.
2° passo: meditação - O que Deus fala para nós por meio do texto.
Esse é o momento para repetir, mastigar, entrar em diálogo com o texto, para que o sentido do texto se atualize e penetre em sua vida. Fazer como Maria que "guardava e meditava em seu coração" (Lc 2,19.51) e, assim, você descobrirá que a "palavra está ao seu alcance, está em sua boca e em seu coração, para que você a possa cumprir" (cf. Dt 30,14).
3° passo: a oração - o que o texto nos faz dizer a Deus.
A força que emana da Palavra de Deus, quando é levada a sério pela leitura assídua e pela meditação, fala aos nossos sentimentos e faz brotar de dentro do nosso coração uma resposta de amor em forma de agradecimento, de pedido de perdão, de intercessão. Esse é o momento da oração. Até agora, Deus falou a você, chegou a hora de você responder a ele.
4° passo: contemplação - um novo olhar a partir de Deus.
Esse é o último passo da leitura orante. Ponto de chegada e novo começo. Contemplar é saborear, desde já, algo do amor de Deus que supera todas as coisas. É começar a ver o mundo e a vida com os olhos de Deus. A partir de agora, a nossa atenção se dirige à presença de Cristo na vida, em nosso cotidiano, nas pessoas. A luz da Palavra ilumina os olhos da mente e do coração para discernir a vontade de Deus nos acontecimentos de cada dia.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Mês da Bíblia: Converter-se para evangelizar
Link
Por Dom Jacyr Francisco Braido, CS, Bispo diocesano de Santos
Setembro é o mês da Bíblia. Esta iniciativa surgiu há 39 anos na Arqui-diocese de Belo Horizonte e, logo em seguida, foi lançada e aceita em toda a Igreja do Brasil. Começou-se, então, a dar maior atenção à Bíblia, com estudos, reflexões e orações.
O Documento de Aparecida destaca esta prática no Caminho de For-mação dos Discípulos Missionários. Bento XVI propõe: “Ao iniciar a nova etapa que a Igreja missionária da América Latina e do Caribe se dispõe a empreen-der, a partir desta V Conferência em Aparecida, é condição indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus. Por isso, é necessário educar o povo na leitura e na meditação da Palavra: que ela se converta em seu alimento para que, por experiência própria, vejam que as palavras de Je-sus são espírito e vida (cf. Jo 6,63 – Dap, 247).
Entre as várias formas de aproximação à Bíblia, está a Leitura Orante da Bíblia, também chamada de Lectio Divina. “Esta leitura orante, bem prati-cada, conduz ao encontro com Jesus – Mestre, ao conhecimento do Jesus - Messias, à comunhão com Jesus-Filho de Deus e ao testemunho de Jesus - Senhor do Universo. Com seus quatro momentos (leitura, meditação, oração e contemplação), a leitura orante favorece o encontro pessoal com Jesus Cristo, semelhante ao modo de tantos personagens do Evangelho: Nicodemos (Jo, 3, 1-21); a Samaritana (Jo, 4, 1-42), o cego de nascimento (Jo 9) e Zaqueu (Lc, 9, 1-10)” (Dap, 249).
A Comissão Episcopal para a Animação Bíblico Catequética, juntamente com o Grupo de Reflexão Bíblica Nacional da CNBB, dando destaque ao mandato missionário de todo o cristão em conseqüência de seu Batismo, está propondo para o mês da Bíblia 2010, o estudo e a meditação do Livro de Jonas com destaque para a evangelização e a missão na cidade.
O livro de Jonas é uma exortação à conversão e à misericórdia, de que tanto precisava Jonas e nós também. O povo e os cristãos atuais, os habitantes de nossas cidades, devem deixar-se corrigir pela Palavra inspirada, santa e perfeita, útil para exortar e para “discernir os propósitos do coração” (Hb, 4, 12).
Por Dom Jacyr Francisco Braido, CS, Bispo diocesano de Santos
Setembro é o mês da Bíblia. Esta iniciativa surgiu há 39 anos na Arqui-diocese de Belo Horizonte e, logo em seguida, foi lançada e aceita em toda a Igreja do Brasil. Começou-se, então, a dar maior atenção à Bíblia, com estudos, reflexões e orações.
O Documento de Aparecida destaca esta prática no Caminho de For-mação dos Discípulos Missionários. Bento XVI propõe: “Ao iniciar a nova etapa que a Igreja missionária da América Latina e do Caribe se dispõe a empreen-der, a partir desta V Conferência em Aparecida, é condição indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus. Por isso, é necessário educar o povo na leitura e na meditação da Palavra: que ela se converta em seu alimento para que, por experiência própria, vejam que as palavras de Je-sus são espírito e vida (cf. Jo 6,63 – Dap, 247).
Entre as várias formas de aproximação à Bíblia, está a Leitura Orante da Bíblia, também chamada de Lectio Divina. “Esta leitura orante, bem prati-cada, conduz ao encontro com Jesus – Mestre, ao conhecimento do Jesus - Messias, à comunhão com Jesus-Filho de Deus e ao testemunho de Jesus - Senhor do Universo. Com seus quatro momentos (leitura, meditação, oração e contemplação), a leitura orante favorece o encontro pessoal com Jesus Cristo, semelhante ao modo de tantos personagens do Evangelho: Nicodemos (Jo, 3, 1-21); a Samaritana (Jo, 4, 1-42), o cego de nascimento (Jo 9) e Zaqueu (Lc, 9, 1-10)” (Dap, 249).
A Comissão Episcopal para a Animação Bíblico Catequética, juntamente com o Grupo de Reflexão Bíblica Nacional da CNBB, dando destaque ao mandato missionário de todo o cristão em conseqüência de seu Batismo, está propondo para o mês da Bíblia 2010, o estudo e a meditação do Livro de Jonas com destaque para a evangelização e a missão na cidade.
O livro de Jonas é uma exortação à conversão e à misericórdia, de que tanto precisava Jonas e nós também. O povo e os cristãos atuais, os habitantes de nossas cidades, devem deixar-se corrigir pela Palavra inspirada, santa e perfeita, útil para exortar e para “discernir os propósitos do coração” (Hb, 4, 12).
domingo, 29 de agosto de 2010
Sugestões litúrgicas para dinamizar as celebrações do mês de SETEMBRO de 2010
SETEMBRO 2010 – TEMPO COMUM – ANO C
Mês da bíblia.
(23º) Vigésimo Terceiro Domingo do Tempo Comum (04-05 Setembro 2010)
1ª Leitura: Sabedoria 9, 13-18 : Quem pode conhecer os desígnios do Senhor?
Salmo 90 (89): Vós fostes ó Senhor, um refúgio para nós.
2ª Leitura: Filêmon 9-10.12-17: recebe-o, não mais como escravo, mas como irmão.
Evangelho: Lucas 14, 25-33: Qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo!
- Frases temáticas:
(Obs.: usar essas frases em cartazes espalhados pela Igreja, na porta de entrada ou trazê-los nas procissões de entrada, da Palavra ou do ofertório)
Opção de fé, opção radical!
Uma opção exigente.
Renúncia como ato de fé.
Optar por Cristo!
Aquele que não renúncia a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo.
Ser sábios no seguimento de Jesus
Seguir Jesus exige cortar outros laços
- Espaço celebrativo:
À porta um cartaz com os dizeres: Seguir Jesus é mais importante que tudo!
Nesta semana celebramos o dia da pátria (7 de Setembro) colocar a bandeira do Brasil à porta de entrada ou dentro da Igreja, próximo do altar.
Valorizar também nesse domingo o símbolo da cruz.
- Acolhida:
É bom fazer um breve ensaio, antes da celebração, dos cantos e refrões do dia. Especialmente neste mês os cânticos referentes à Palavra de Deus. Lembrando de deixar um breve tempo de silêncio para que a assembléia se prepare para a ação celebrativa.
Evitar a correria de última hora. A equipe deve se preparar durante a semana refletindo os textos bíblicos e verificando quais são os gestos e ações a serem valorizados em cada celebração.
- Procissão de entrada:
Entrar com a cruz e um cartaz com os dizeres: Quem não carrega a sua cruz e não caminha atrás de mim, não pode ser meu discípulo.
- Liturgia da Palavra:
Fazer a procissão de entrada da bíblia ou lecionario em todos os domingos desse mês. Solenizar esse momento com velas acesas, flores naturais, dança, música apropriada e, se possível, incenso.
Coloque sua criatividade em ação! Sempre dentro Das normas litúrgicas da Igreja.
Durante a proclamação do Evangelho, algumas pessoas com velas podem se ladear a mesa da Palavra. Ao término da proclamação o livro é apresentado à assembleia que o saúda com palmas enquanto a equipe de música repete o refrão do canto de aclamação ao Evangelho.
- Preces:
A cada prece a comunidade pode cantar a resposta.
Durante as preces não se esquecer de pedir pelas necessidades próprias da comunidade.
- Comunhão:
Viver com especial fervor e devoção o Rito da comunhão com um cântico que retome o conteúdo do Evangelho
- Ritos finais:
Cuidar para que os Ritos finais levem a assembleia a ser enviada em missão, vivendo e testemunhando no dia a dia o que acaba de celebrar.
O presidente da celebração pode dar a bênção segurando a cruz.
Convidar a comunidade a fazer um gesto concreto como vivencia da celebração de mês da bíblia, que pode ser a doação da Palavra de Deus a quem não tem, ou às crianças da catequese, entre outros.
(24º) Vigésimo Quarto Domingo do Tempo Comum (11-12 Setembro 2010)
1ª Leitura: Êxodo 32, 7-11.13-14: E o Senhor desistiu do mal que havia ameaçado fazer.
Salmo 51 (50): Vou agora, levantar-me, volto à casa do meu pai.
2ª Leitura: I Timóteo 1, 12-17: Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores.
Evangelho: Lucas 15, 1-32: haverá no céu mais alegria por um só pecador que se converte.
- Frases temáticas:
A experiência do perdão, renovação do intimo.
Vou agora, levantar-me, volto à casa do meu pai.
Temos ainda necessidade de perdão?
Um Deus de braços abertos.
Haverá no céu mais alegria por um só pecador que se converte.
Alegria de recuperar o perdido.
- Espaço celebrativo:
Colocar ao lado do ambão bem visível a imagem do Cristo bom pastor com a ovelha nos ombros,ou outra similar.
- Acolhida:
A equipe de celebração procure acolher e saudar afetuosamente as pessoas que vão chegando para a celebração cerca de 20 a 15 minutos antes.
- Ritos iniciais:
A saudação inicial seja feita de coração, carregada de sentido e sentimento, e não feita mecanicamente ou de forma impessoal. Cada pessoa precisa ser atingida pela saudação, pois é o Pai que nos acolhe como hospedes amigos em sua casa para um encontro amoroso de fé e compromisso.
- Ato penitencial:
O ato penitencial pode ser feito com aspersão da água benta, com um canto apropriado.
- Liturgia da Palavra:
Procissão solene da bíblia ou lecionario com velas, flores e incenso.
Na liturgia da Palavra, assumimos a atitude de escuta e nos colocamos atentamente com o “ouvido do coração” para ouvir e acolher a Palavra do Senhor. Um refrão meditativo pode substituir o comentário antes das leituras, pois ajuda a sensibilizar o coração: “Fala, Senhor, fala da vida, só tu tens palavras eternas, queremos ouvir” ou “Escuta, Israel, Javé teu Deus vai falar. Fala, Senhor, Javé, Israel quer te escutar”, ou outro que a comunidade saiba cantar.
O Evangelho pode ser dialogado ou encenado.
Após a homilia, de acordo com a mensagem de acolhida do Evangelho, motivar o abraço da paz.
- Liturgia Eucarística:
Sempre que possível procure-se cantar as respostas da Oração Eucarística, o Santo, o Amém da doxologia e o Cordeiro de Deus.
Sugestão: Oração eucarística sobre a Reconciliação I.
- Pai-nosso:
Dessa oração até o abraço da paz convidar toda a assembléia a dar as mãos, como gesto de acolhida.
- Abraço da paz:
Dar o abraço da paz num sentido de reconciliação entre as pessoas, pois a celebração eucarística é um encontro de família que acolhe na alegria de um banquete filhos arrependidos e irmãos reconciliados.
- Ritos finais:
A despedida pode ser em consonância com o mistério celebrado. Convidar a comunidade a ter gestos de misericórdia durante a semana.
(25º) Vigésimo Quinto Domingo do Tempo Comum (18-19 Setembro 2010)
1ª Leitura: Amós 8, 4-7: Contra aqueles que dominam os pobres com dinheiro.
Salmo 113 (112): Louvai o Senhor, que eleva os pobres.
2ª Leitura: I Timóteo 2, 1-8: Deus quer que todos sejam salvos.
Evangelho: Lucas 16, 1-13: vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro.
- Frases temáticas:
Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro.
Deus quer que todos sejam salvos.
A riqueza deve ser usada para construir a fraternidade.
Investir nos valores do Reino de Deus.
Como gastar bem o dinheiro.
- Espaço celebrativo:
Espelhar pela Igreja o cartaz da Campanha da Fraternidade desse ano.
Preparar o ambiente com muitas flores lembrando o início da primavera.
- Acolhida:
A equipe de celebração procure acolher e saudar afetuosamente as pessoas que vão chegando para a celebração cerca de 20 a 15 minutos antes.
- Ato penitencial:
Pode ser feito à luz das interpretações sobre o uso egoísta dos bens materiais.
- Liturgia da Palavra:
Fazer a procissão de entrada da bíblia ou lecionario. Solenizar esse momento com velas acesas, flores naturais, dança, música apropriada e, se possível, incenso.
Coloque sua criatividade em ação! Sempre dentro Das normas litúrgicas da Igreja.
Cuidar para que todos os textos bíblicos, inclusive o salmo, sejam bem preparados e proclamados como “acontecimento de salvação” para a comunidade reunida.
A 1ª leitura, do profeta Amós, é uma vigorosa denuncia dos corruptos e exploradores dos pobres. A atualidade dessa leitura exige que aquele que a proclama o faça em tom de severidade e de advertência.
- Profissão de fé:
Mais do que recitação de uma oração decorada esse deve ser um momento em que a assembleia declare a Deus os motivos de sua fé e as razões de sua esperança.
- Preces:
Se a comunidade for pequena, deixar que as pessoas façam suas preces, espontaneamente, em vós alta ou num instante de silêncio. Se possível cantar a resposta.
- Liturgia eucarística:
O centro da celebração é a Ação de graças, expressa pela Oração Eucarística que deve receber, por isso, um maior destaque: valorize-se o canto, os gestos, a voz, etc. convidar a assembleia a voltar sua atenção para a mesa do altar, principalmente, no momento do Relato da Instituição.
- Ofertório:
Na procissão do ofertório, alem do pão e do vinho, podem ser levados ao altar outros dons, como o fruto do trabalho da comunidade, ou outros elementos simbólicos que estejam de acordo com a liturgia, como doação de mantimentos.
- Ritos finais:
Convidar a comunidade a fazer um gesto concreto como vivencia da celebração de hoje, que pode ser a doação de mantimentos às famílias carentes.
(26º) Vigésimo Sexto Domingo do Tempo Comum (25-26 Setembro 2010)
1ª Leitura: Amós 6, 1. 4-7: Agora o bando de gozadores será desfeito.
Salmo 146 (145): Bendize, minha alma, ao Senhor!
2ª Leitura: I Timóteo 6, 11-16: Conselhos.
Evangelho: Lucas 16, 19-31: O rico e Lázaro.
- Frases temáticas:
Felizes os pobres, ai dos ricos egoístas.
O Evangelho é denuncia profética de toda ordem injusta.
O Evangelho é força de transformação do mundo.
Lembra-te que recebestes bens e Lazaro, por sua vez, males.
Luxo desenfreado: insulto aos pobres e a Deus.
Servir aos pobres: caminho do céu.
Não deixemos que um abismo nos separe!
- Espaço celebrativo:
À porta um cartaz com os dizeres: A ganância gera abismos, a partilha constrói um mundo novo.
A coordenação tenha especial consideração com o espaço celebrativo, para que seja acolhedor, bem iluminado, limpo, ventilado e organizado, pois a Casa de Deus merece esses cuidados.
- Procissão de entrada:
Na procissão de entrada vão os leitores, ministros extraordinários da comunhão, acólitos, coroinhas (se houver) e o presidente da celebração. leva-se à frente a cruz processional. Dependendo da ocasião pode-se também incluir outras pessoas. Pode-se também levar um cartaz ou objeto ligado ao tema da celebração.
- Ritos iniciais:
A saudação inicial seja feita de coração, carregada de sentido e sentimento, e não feita mecanicamente ou de forma impessoal. Cada pessoa precisa ser atingida pela saudação, pois é o Pai que nos acolhe como hospedes amigos em sua casa para um encontro amoroso de fé e compromisso.
- Liturgia da Palavra:
Fazer a procissão de entrada da bíblia ou lecionario. Solenizar esse momento com velas acesas, flores naturais, dança, música apropriada e, se possível, incenso.
A 1ª leitura, do profeta Amós, é uma vigorosa denuncia dos corruptos e exploradores dos pobres. A atualidade dessa leitura exige que aquele que a proclama o faça em tom de severidade e de advertência.
O Evangelho pode ser dialogado: Narrador, o rico e o pai Abraão.
- Homilia:
A conclusão da homilia pode ser um momento de silêncio e interiorização, motivando a assembleia a deixar-se questionar pela história exemplar de Lazaro e o rico.
- Profissão de fé:
Convidar a assembleia a estender a mão direita em direção à mesa da Palavra expressando adesão à Boa-nova proclamada.
- Preces:
Durante as preces não se esquecer de pedir pelos pobres e necessitados da comunidade, bem como para aqueles que os ajudam.
- Liturgia Eucarística:
Sempre que possível procure-se cantar as respostas da Oração Eucarística, o Santo, o Amém da doxologia e o Cordeiro de Deus.
Acentuar os momentos de silêncio, principalmente, após a comunhão.
- Ritos finais:
Cuidar para que os Ritos finais levem a assembleia a ser enviada em missão, vivendo e testemunhando no dia a dia o que acaba de celebrar.
Dar a bênção final com a Bíblia. No final ela pode ser levada até a frente do presbitério ou à porta de saída para que as pessoas possam fazer um momento de reverencia.
- Observações finais:
Adaptar essas dicas à realidade da comunidade.
Tomar o cuidado para não sobrecarregar a celebração de símbolos.
O símbolo deve falar por si mesmo, não fazer longas explicações sobre os símbolos.
Usar as frases temáticas em cartazes espalhados pela Igreja, na porta de entrada ou trazê-los nas procissões de entrada, da Palavra ou do ofertório
Referência:
PEREIRA, José Carlos. Liturgia: sugestões para dinamizar as celebrações. Petrópolis: Vozes, 2009.
Outras publicações recomendadas:
Guia litúrgico pastoral. CNBB
Roteiros homiléticos. Projeto nacional de evangelização. CNBB
Deus conosco: Reflexões e sugestões litúrgicas. Aparecida: Santuário.
Missal Dominical. Paulus
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Sugestões litúrgicas para dinamizar as celebrações do mês de AGOSTO de 2010
AGOSTO 2010 – TEMPO COMUM – ANO C
Mês de oração pelas vocações.
Décimo Oitavo Domingo do Tempo Comum (31 Julho - 01 Agosto 2010)
Vocação sacerdotal. 04 de Agosto é dia do Padre.
1ª Leitura: Eclesiástico 1,2; 2,21-23: De todos os seus trabalhos, o que resta agora ao homem?
Salmo 90 (89): Vós fostes ó Senhor, um refúgio para nós.
2ª Leitura: Colossenses 3, 1-5.9-11: Esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, onde está Cristo.
Evangelho: Lucas 12, 13-21: Parábola do homem rico.
- Frases temáticas:
O dinheiro: Uma falsa segurança.
Para quem ficará o que acumulaste?
Buscai os bens que não acabam.
Esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, onde está Cristo.
Tesouro no céu: Uma riqueza que não se perde.
Cristo não escolher o caminho do poder para fazer justiça.
- Espaço celebrativo:
A cor litúrgica para essa dia é o Verde.
Evitar a correria de última hora. A equipe deve se preparar durante a semana refletindo os textos bíblicos e verificando quais são os gestos e ações a serem valorizados em cada celebração. Especialmente as vocações para cada domingo desse mês.
Espalhar pelas laterais da Igreja os cartazes com esses tesouros permanecem: amizade, solidariedade, atenção aos mais necessitados, paz, escuta, acolhida, amor, caridade, fé, entre outros.
- Procissão de entrada:
Trazer cartazes com imagens ou objetos referentes às vocações desse final de semana: Diácono, Padre e Bispo.
- Ritos inicias:
Lembrar a vocação desse domingo: Vocação sacerdotal. Dia 4 de Agosto é dia do Padre.
- Liturgia da Palavra:
Em lugar do comentário antes das leituras o coral pode cantar suavemente um mantra ou refrão meditativo que ajude a criar um ambiente de escuta e atenção a Palavra que vai ser proclamada.
- Preces:
Rezar a oração pelas vocações.
Ou rezar nas preces pelos seminaristas, diáconos, padres e bispo de nossa diocese.
- Liturgia Eucarística:
Sempre que possível procure-se cantar as respostas da Oração Eucarística, o Santo, o Amém da doxologia e o Cordeiro de Deus.
Sugestão: Oração eucarística da Reconciliação I.
- Ritos finais:
A despedida pode ser em consonância com o mistério celebrado: Ajuntai vosso tesouro no céu, ide em paz...
Convidar a comunidade a fazer um gesto concreto como rezar pelas vocações sacerdotais ou realizar alguma doação para o seminário.
Décimo Nono Domingo do Tempo Comum (07-08 Agosto 2010)
Vocação familiar. Dia dos pais.
1ª Leitura: Sabedoria 18, 6-9: Aquilo com que puniste nossos adversários, serviu também para glorificar-nos.
Salmo 33(32): Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança.
2ª Leitura: Hebreus 11, 1-2.8-9: Esperar a cidade que tem Deus mesmo por arquiteto e construtor.
Evangelho: Lucas 12, 32-48: Parábola dos empregados não-vigilantes.
- Frases temáticas:
Ficai de prontidão, em trajes de serviço e com as lâmpadas acessas.
Somos administradores de muitos dons.
Esperar, confiar e agir.
Onde está o vosso tesouro?
- Espaço celebrativo:
A cor litúrgica para essa dia é o Verde.
- Acolhida:
Acolher afetuosamente os pais.
Entregar a cada um que chega uma vela para ser acesa durante o Evangelho em sinal de vigilância.
- Procissão de entrada:
Convidar todos os pais presentes na assembléia para participar da procissão. Com as velas acesas.
- Ritos iniciais:
Lembrar a vocação desse domingo: Vocação familiar. Dia dos pais.
- Liturgia da Palavra:
Convidar os pais para proclamarem as leituras. Ou convidar os membros de uma mesma família para proclamar as leituras, salmo e preces. Exemplo: Pai: 1ª leitura, filha: canta ou lê o salmo, Mãe: 2ª leitura e filho: as preces.
Enquanto se canta a Aclamação ao Evangelho acendem-se as velas de todos na assembleia. Se possível apagar as luzes da Igreja.
Durante a proclamação do Evangelho, algumas pessoas com velas podem ladear a mesa da Palavra. Ao término da proclamação o livro é apresentado à assembleia que o saúda com palmas enquanto a equipe de música repete o refrão do canto de aclamação ao Evangelho.
- Homilia:
Falar da missão dos pais e da família à luz das leituras de hoje.
Após a homilia pode haver o testemunho de alguns pais em relação à sua missão na família e na sociedade. Combinar esse momento com antecedência.
- Preces:
Rezar a oração pelas vocações.
Ou rezar nas preces pelos pais e pelas famílias de nossa comunidade.
- Liturgia Eucarística:
Sempre que possível procure-se cantar as respostas da Oração Eucarística, o Santo, o Amém da doxologia e o Cordeiro de Deus.
Sugestão: Oração eucarística V.
- Ritos finais
Fazer uma pequena homenagem aos pais. Se possível entregar alguma lembrancinha a eles.
Lembrar que hoje inicia-se a Semana da Família.
Despedir com essas palavras: Vigiai sempre, Ide em paz...
Se for oportuno dar a bênção especial, no final da celebração, para os pais.
Solenidade da Assunção de Nossa Senhora (14-15 Agosto 2010)
Vocação Religiosa
1ª Leitura: Apocalipse 11, 19-12,1-6.10: Uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés.
Salmo 45(44): À vossa direita se encontra a rainha, com veste esplendente de ouro de Ofir.
2ª Leitura: I Coríntios 15, 20-17: Cristo, como primícias; depois os que pertencem a Cristo.
Evangelho: Lucas 1, 39-56: Maria visita sua prima Isabel e canta o Magnificat.
- Frases temáticas:
Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.
O Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor.
Maria nos ensina a solidariedade com os necessitados.
Crer e assumir o projeto de Deus.
O Senhor realiza maravilhas em Maria e em nós.
- Espaço celebrativo:
A cor litúrgica para essa solenidade é o Branco.
- Acolhida:
Fazer uma acolhida especial as famílias, pois esse domingo marca o encerramento da Semana Nacional das Famílias.
- Procissão de entrada:
Convidar uma família para entrar com a imagem de Nossa Senhora.
Ou pode entrar com a imagem uma ou duas mulheres grávidas.
- Ritos iniciais:
Lembrar a vocação desse domingo: Vocação Religiosa: Aqueles que dedicam sua vida à serviço do Reino, por meio de consagração ou profissão dos votos de pobreza, obediência e castidade.
- Liturgia da Palavra:
Durante as leituras uma família pode segurar velas e permanecendo em volta do ambão da palavra até o final do Evangelho.
A primeira leitura seja proclamada por uma mulher, se possível grávida ou por uma jovem adolescente.
A segunda leitura pode ser proclamada pelo esposo da mulher grávida que proclamou a primeira leitura.
O Evangelho pode ser dialogado (Narrador e duas vozes femininas) ou encenado. E o cântico do Magnificat cantado.
- Homilia:
Se houver algum religioso ou consagrado na celebração convidá-lo para partilhar suas experiências de serviço ao Reino de Deus nesse mundo.
- Preces:
Rezar a oração pelas vocações.
Rezar pelos religiosos (as) que trabalham ou já trabalharam na comunidade, dando testemunho do serviço ao Reino, pela vida consagrada.
Rezar também pelas grávidas e na intenção do encerramento da Semana da Família.
- Liturgia eucarística:
Cantar o Magnificat como canto de comunhão.
Cantar “Nossa Senhora” de Roberto Carlos ou a Ladainha de Nossa Senhora, como pós-comunhao.
- Ritos finais
Abençoar o povo com a bênção solene de Nossa Senhora.
Fazer uma pequena homenagem aos religiosos e religiosas presentes na celebração.
Lembrar daqueles que conhecemos e nos comprometer em rezar pela sua vocação.
Vigésimo Primeiro Domingo do Tempo Comum (21-22 Agosto 2010)
Vocação leiga
1ª Leitura: Isaias 66, 18-21: E reconduzirão, de toda a parte, vossos irmãos.
Salmo 117(116): Proclamai o Evangelho a toda criatura.
2ª Leitura: Hebreus 12, 5-7.11-13: O Senhor corrige a quem ele ama.
Evangelho: Lucas 13, 22-30: Senhor abre-nos a porta! e ele responderá: Não sei de onde sois.
- Frases temáticas:
Estreita é a porta para entrar no Reino.
Esforçai-vos por entrar pela porta estreita.
Reino de Deus: Festa a que todos estão convidados.
Reino, não para poucos, mas para todos.
Passamos pela porta estreita em busca de um mundo novo.
- Espaço celebrativo:
A cor litúrgica para essa dia é o Verde.
Seria muito bom se nesse dia a celebração começa-se do lado de fora da Igreja. No Ato Penitencial todos entram por apenas uma porta da Igreja ou com a porta entreaberta.
- Acolhida:
Na entrada um cartaz com os dizeres: Reino de Deus: Festa a que todos estão convidados.
- Ritos iniciais:
Lembrar a vocação desse domingo: Vocação Leiga: Todos aqueles que assumem algum serviço na comunidade.
- Liturgia da Palavra:
Na liturgia da Palavra, assumimos a atitude de escuta e nos colocamos atentamente com o “ouvido do coração” para ouvir e acolher a Palavra do Senhor. Um refrão meditativo pode substituir o comentário antes das leituras, pois ajuda a sensibilizar o coração: “Fala, Senhor, fala da vida, só tu tens palavras eternas, queremos ouvir” ou “Escuta, Israel, Javé teu Deus vai falar. Fala, Senhor, Javé, Israel quer te escutar”, ou outro que a comunidade saiba cantar.
- Homilia:
É importante que ela não perca sua dimensão orante, dialogal e profética, evitando-se discursos teóricos e moralistas, que abafe a proposta pedagógica do Evangelho de Lucas que nos acompanha na liturgia desse ano.
- Preces:
Rezar a oração pelas vocações.
Rezar por todos os agentes de pastoral que se dedicam aos serviço do Reino na nossa comunidade.
- Liturgia eucarística:
Sugestão: Oração eucarística IV.
- Ritos finais:
Convidar todos os leigos a se dedicarem a algum trabalho pastoral na comunidade.
Benção final do Tempo Comum IV
As palavras de envio em consonância com o mistério celebrado: Esforçai-vos para entrar pela porta estreita e praticai a justiça do Reino. Ide em paz...
Vigésimo Segundo Domingo do Tempo Comum (28-29 Agosto 2010)
Dia do Catequista
1ª Leitura: Eclesiástico 3, 19-20.30-31: Sê humilde, e encontrarás graça diante do Senhor.
Salmo 68(67): Com carinho preparastes uma mesa para o pobre.
2ª Leitura: Hebreus 12, 18-19.22-24: Vós vos aproximastes do monte de Sião e da cidade do Deus vivo.
Evangelho: Lucas 14, 1.7-14: Quem se eleva, será humilhado, e quem se humilha, será elevado.
- Frases temáticas:
A escolha do último lugar.
O Senhor exalta os humildes.
Aos pequeninos Deus abre o Reino.
Na comunidade há lugar para todos.
Quem se eleva, será humilhado, e quem se humilha, será elevado.
- Espaço celebrativo:
A cor litúrgica para essa dia é o Verde.
A liturgia de hoje pode ficar aos cuidados dos catequistas.
- Acolhida:
É bom fazer um breve ensaio, antes da celebração, dos cantos e refrões do dia. Lembrando de deixar um breve tempo de silêncio para que a assembléia se prepare para a ação celebrativa.
- Procissão de entrada:
Convidar os catequistas para participarem. Trazendo cruz, velas, bíblia e outros símbolos ligados à sua missão.
- Liturgia da Palavra:
Convidar os catequistas para proclamarem as leituras, salmo e preces.
- Homilia:
É bom, à luz das leituras de hoje, falar da missão dos catequistas. Alguns deles podem partilhar sua experiência com a comunidade.
- Profissão de fé:
Convidar todos os catequistas para professarem sua fé diante da comunidade.
- Preces:
Rezar a oração pelas vocações.
Rezar pelos catequistas vivos e falecidos de nossa comunidade.
- Liturgia eucarística:
Acentuar os momentos de silêncio, principalmente, após a comunhão.
- Ofertório:
Na procissão do ofertório os catequista podem ofertar seu material de trabalho.
- Ritos finais:
Os catequizandos podem preparar uma pequena homenagem aos seus catequistas.
Se for oportuno dar uma bênção especial, no final da celebração, para todos os catequistas.
- Observações finais:
Adaptar essas dicas à realidade da comunidade.
Tomar o cuidado para não sobrecarregar a celebração de símbolos.
O símbolo deve falar por si mesmo, não fazer longas explicações sobre os símbolos.
Usar as frases temáticas em cartazes espalhados pela Igreja, na porta de entrada ou trazê-los nas procissões de entrada, da Palavra ou do ofertório
Referência:
PEREIRA, José Carlos. Liturgia: sugestões para dinamizar as celebrações. Petrópolis: Vozes, 2009.
Outras publicações recomendadas:
Guia litúrgico pastoral. CNBB
Roteiros homiléticos. Projeto nacional de evangelização. CNBB
Deus conosco: Reflexões e sugestões litúrgicas. Aparecida: Santuário.
Missal Dominical. Paulus
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Feliz Dia do Padre!
Todo cristão é chamado para servir. No entanto, para que o povo de Deus possa cumprir sua missão, Ele suscita em seu meio algumas vocações específicas, a do sacerdócio é uma delas. Deus chama alguém do meio do povo, para o povo.
Um padre deve ser ao mesmo tempo, pequeno e grande, de espírito nobre, como de sangue real, simples e espies.
Um padre deve ser discípulo de seu senhor, chefe do seu rebanho; um mendigo de mãos largamente abertas, um portador de inumeráveis dons, um homem no campo de batalha, uma mãe para confortar os doentes, com a sabedoria da idade e a confiança de um menino; voltado para o alto, com os pés na terra.
Um padre deve ser experimentado no sofrimento, imune a toda inveja, que fala com franqueza e é inimigo da preguiça. Um padre é feito para alegria, é alguém que se mantém sempre fiel. De Coração agradecemos o grande empenho e dedicação que sempre oferece a nós,os grandes conselhos para que sempre sigamos firmes no caminho do Senhor. Um Feliz Dia Do Padre !!
Fonte: O Sagrado Online
Um padre deve ser ao mesmo tempo, pequeno e grande, de espírito nobre, como de sangue real, simples e espies.
Um padre deve ser discípulo de seu senhor, chefe do seu rebanho; um mendigo de mãos largamente abertas, um portador de inumeráveis dons, um homem no campo de batalha, uma mãe para confortar os doentes, com a sabedoria da idade e a confiança de um menino; voltado para o alto, com os pés na terra.
Um padre deve ser experimentado no sofrimento, imune a toda inveja, que fala com franqueza e é inimigo da preguiça. Um padre é feito para alegria, é alguém que se mantém sempre fiel. De Coração agradecemos o grande empenho e dedicação que sempre oferece a nós,os grandes conselhos para que sempre sigamos firmes no caminho do Senhor. Um Feliz Dia Do Padre !!
Fonte: O Sagrado Online
sábado, 31 de julho de 2010
A Arte do sacerdote de bem celebrar a Sagrada Liturgia
Primeiro, ajuda-nos reconhecer que o termo arte geralmente se refere a habilidades criativas que contribuem com a beleza. Entretanto, da forma como isso se aplica à Sagrada Liturgia, as habilidades humanas são subordinadas à realidade divina que está acontecendo. Quando o foco é no humano, separado do divino, a celebração da Liturgia sofre.
Não deve haver qualquer tensão entre a arte de celebrar e a plena, ativa e frutuosa participação de todos os fiéis.
Infelizmente, no primeiro estágio de implementação da Constituição sobre a Sagrada Liturgia do Concílio Vaticano II, uma grande ênfase foi dada no aspecto externo da participação do povo. Como resultado, o foco na plena participação pendeu mais na direção do envolvimento de ministros leigos na Liturgia do que nas disposições interiores requeridas para fazer a participação mais frutuosa. Na Sagrada Liturgia é Cristo quem age. O que é incrivelmente importante é que nós somos interiormente unidos a Ele na oferta sacrifical que Ele fez uma vez historicamente e que é re-presentada na celebração sacramental da Liturgia. O Senhor é o artista. A nossa parte é estar unidos a Ele.
Logo, a arte de celebrar bem não é apenas questão de executar uma série de ações reunidas em uma unidade harmoniosa, mas uma comunhão profundamente interior com Cristo e sua ação auto-sacrifical e salvífica. Isto significa que o sacerdote precisa entrar em uma atitude profundamente reverente, totalmente concentrada e humilde, de fé e oração. Seu senso de temor tem que ser tangível. Seu desejo de viver o que está celebrando tem que ser reconhecido em sua vida.
O próprio Cristo é o principal celebrante. O Papa Bento XVI, na Exortação Apostólica Pós-Sinodal Sacramentum Caritatis (N.23), afirma esta verdade vigorosamente: “É necessário que os sacerdotes tenham consciência de que, em todo o seu ministério, nunca devem colocar em primeiro plano a sua pessoa nem as suas opiniões, mas Jesus Cristo. Contradiz a identidade sacerdotal toda tentativa de se colocarem a si mesmos como protagonistas da ação litúrgica. Aqui, mais do que nunca, o sacerdote é servo e deve continuamente empenhar-se por ser sinal que, como dócil instrumento nas mãos de Cristo, aponta para ele. Isso exprime-se de modo particular na humildade com que o sacerdote conduz a ação litúrgica, obedecendo ao rito, aderindo ao mesmo com o coração e a mente, evitando tudo o que possa dar a sensação de um seu inoportuno protagonismo”.
Um dos grandes riscos ao celebrar a Missa voltado para o povo é que o sacerdote será tentado a atrair a atenção para si mesmo. Somos todos humanos. Mas o centro da ação é Cristo. A forma como falamos e agimos tem que atrair a atenção para esta verdade. Logo, um senso de temor e mistério deve perpassar a celebração com o silêncio apropriado e num espírito de oração. O que fazemos é Liturgia Divina. É eclesial em sua forma. Não deve estar sujeita a ajustes pessoais. É por isso que a correta arte de celebrar envolve aderência fiel às normas litúrgicas em toda a sua riqueza.
O Santo Cura D´Ars certa vez escreveu: “Todas as boas obras juntas não se igualam ao valor do sacrifício da Missa, porque elas são boas obras de homens, e a santa Missa é a obra de Deus. O martírio não é nada em comparação a isso; ele é o sacrifício que o homem faz de sua vida a Deus; a Missa é o sacrifício que Deus faz ao homem de seu Corpo e seu Sangue”.
Deus nos conceda a todos nós que somos sacerdotes a graça de realizar e cumprir este papel maravilhoso de tal forma que verdadeiramente propiciemos a “plena, ativa e frutuosa participação de todos os fiéis”.
Fonte: Presbiteros.com
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